Enaltecimiento del Terrorismo y actores solitarios

JORNADA INTERNACIONAL UNIVERSITARIA

INISEG participa en la Jornada Internacional Universitaria «Enaltecimiento del Terrorismo y Actores Solitarios: La quinta oleada del Terrorismo Moderno» con la participación de la Comisaría General de Información de Policía Nacional; Jefatura de Información de la Guardia Civil; División de Antiterrorismo del Centro de Inteligencia contra el Terrorismo y el Crimen Organizado (CITCO) y el Proyecto GARSI-Sahel de la Guardia Civil.

ANÁLISIS ESTRATÉGICO DEL SECTOR MINERO Y COMBUSTIBLES FÓSILES DE MARRUECOS

¿Cómo es la situación actual del sector minero y de los combustibles fósiles de Marruecos? ¿Cuál será la evolución futura de la estrategia de este sector en el país alauita?

INFORME DE PABLO AMADO MONTERO, de 2017, que continúa plenamente vigente

Prácticas en Hagana del Master de Inteligencia de Iniseg

TESTIMONIO DE ALUMNO DEL MASTER DE INTELIGENCIA Y SUS PRÁCTICAS EN HAGANA

Uno de los alumnos de un Master de Inteligencia realizado en INISEG ( http://iniseg.es ), nos ofrece este sincero testimonio de las prácticas en HAGANA ISRAEL. Seguimos formando a profesionales, actualizando su formación y mejorando sus técnicas, en todos los ámbitos.

Ataque aos EUA em Portugal: Governo português cede (outra vez) aos interesses do Partido Comunista Chinês

O spinning ao serviço do Partido Comunista Chinês está mais oleado do que nunca em Portugal: mais uma historieta que visa prejudicar interesses económicos dos EUA em benefício do regime bárbaro de Beijing. Desta feita, a vítima é a Cloudfare, empresa de serviços tecnológicos sediada em São Francisco, Califórnia. Perante esta torrente de notícias e decisões do Governo português, torna-se cada vez mais claro de que lado o poder político de Lisboa se situa; está com o Partido Comunista Chinês. Daí a sucessão de historietas que têm surgido na comunicação social portuguesa nas últimas semanas.

Sejamos claros: isto não é jornalismo; isto reconduz-se a uma operação de intelligence muito bem urdida ao serviço dos interesses do Partido Comunista Chinês. O diabo (do regime comunista chinês) está sempre discreto, nos detalhes – uma análise atenta deteta, no entanto, um padrão constante de atuação.

Em termos gerais: a intel chinese, primeiro, usa a comunicação social para criar um problema que afete um seu adversário, em área que o Partido Comunista Chinês considera prioritária em cada momento; segundo, provoca uma reação de uma entidade que tenha controlo sobre o seu alvo (pode ser uma Universidade, uma Faculdade ou o Governo, como é o caso sub judice) ; terceiro, estigmatiza o alvo continuamente de forma a consolidar os seus interesses e quebrar, de imediato, sem redenção, o inimigo; quarto, os interesses chineses nunca aparecem, nunca respondem diretamente – pelo contrário, manipulam nacionais, usam estratégias de leverage sobre decisores políticos , nunca falam de questões políticas, limitando-se a matérias económico-financeiras; quinto, as autoridades diplomáticas chinesas só abordam matérias não divisivas, sempre numa lógica positiva, agregadora, que reforce o sentimento nacional dominante em cada contexto económico e social; sexto, perante o vazio gerado pela quebra do inimigo (maxime: os EUA), o Partido Comunista Chinês apresenta, como bom samaritano, sob a forma de um gesto de pura generosidade, uma solução para o preencher, mobilizando as suas empresas nacionais.

Sempre mobilizando ativos de intel nacional chinesa para o país em causa – ao mesmo tempo que contrata empresas locais, de cada país, para promover ações de promoção dos interesses chineses, de preferência com ligações ao poder político vigente ou com experiência pretérita nos serviços de intel nacionais dos países em causa (no caso: em Portugal).

Foi o que sucedeu no caso da Cloudfare.

Primeiro: todo o enredo é ridículo – todos os que têm conhecimento de causa sabem que os EUA jamais atuariam da forma que é apontada nas notícias/acusações que lhe têm sido imputadas. Se a NSA ou a CIA quisessem, de facto, a informação dos censos portugueses , não precisariam da Cloudfare para rigorosamente nada. É tudo estória. Tudo para atentar, mais uma vez, contra os interesses de uma empresa norte-americana e, por conseguinte, dos legítimos interesses económicos dos EUA.

Segundo: estamos perante o domínio de data, de informação. Ora, qual é um dos principais interesses do Partido Comunista Chinês em Portugal? Precisamente, o mercado da data, da informação, dos dados pessoais dos cidadãos portugueses.

A China Comunista quer afastar tanto quanto possível os EUA do acesso a informação: informação é poder. A informação, nos equilíbrios geopolíticos hodiernos, é uma arma decisiva para liderar o mundo. Não é por acaso a atração que as empresas controladas pelo Partido Comunista Chinês têm sentido pelo investimento na área da saúde e dos seguros em Portugal. O objetivo é obter informações pessoais sobre cidadãos portugueses.

Não é também por acaso que este ataque a uma empresa americana, atuando na área tecnológica e da informação, tenha ocorrido uma semana depois do anúncio do investimento da Davidson Kempner (um fundo norte-americano) na construção de um data center em Sines.

Pois bem, Sines é um local estratégico para o Partido Comunista Chinês – o controlo do Porto de Sines é, desde há muito, uma prioridade máxima da estratégia OBOR dos comunistas chineses. No entanto, o controlo deste local estratégico perde parte do seu valor geopolítico se a informação (a data) estiver no domínio do inimigo americano.

Donde: pese embora o alvo agora seja a Cloudfare, na verdade, o end game do Partido Comunista Chinês é impedir a presença dos EUA em Sines, quer no controlo do porto (das comunicações), quer no controlo da informação. Não olvidemos que a China não faz guerra; faz guerrilha. A estratégia do Partido Comunista Chinês é encetar uma guerra ilimitada (unrestricted warfare) e permanente.

A guerra, neste caso, já começou: o primeiro alvo foi a Cloudfare para servir de exemplo para outras empresas norte-americanas que colidam com os interesses estratégicos chineses em Portugal e em Espanha (onde o MO é igual).

O objetivo é impedir que os EUA assumam posição de relevo em Sines – em breve, uma notícia parecida (envolvendo espionagem, NS, CIA…) aparecerá em relação ao fundo Davidson Kempner para forçar a sua saída em benefício de empresa chinesa ou para criar atritos na relação entre os investidores norte-americanos e as autoridades portuguesas.

Convém, ainda, notar que esta campanha contra a Cloudfare tem ainda que ver como uma reação de contra-informação face ao Relatório do SIS que apontava a China como responsável por ações de espionagem e de cyberattack contra o Estado português…Basicamente, o spin do Partido Comunista Chinês cria aqui uma manobra de diversão: não é a China que espia, mas é o “verdadeiro malandro e terrível país EUA” que usa empresas privadas para espiar todos os cidadãos portugueses…Típica e clássica counter-intelligence.

Isto já para não dizer outras razões mesquinhas: o desejo de vingança de algumas figuras que acham que os EUA frustraram as suas ambições pessoais, políticas e empresariais recentes…

Terceiro: não é coincidência que, nas últimas semanas, o novo Embaixador da China Comunista em Lisboa, Zhao Betang , se tornou colunista do “DN”, às segundas-feiras (o que deve ser uma originalidade bem portuguesa…). Nas últimas quatro semanas, ininterruptamente, sempre à segunda-feira, Zhao Betang tem difundido a propaganda chinesa no DN…

Quarto: a China conseguiu que o Governo português reagisse de imediato, suspendendo o contrato com a Cloudfare. Incrível: um Governo que demora tanto a decidir, que prefere sempre apurar tudo antes de tomar decisões – neste caso particular, resolveu decidir, em prejuízo da empresa norte-americana, de imediato. Sem dúvidas, nem hesitações, nem esclarecimentos prévios. A notícia foi publicada; o Governo lá fez a vontade ao Partido Comunista Chinês.

É bizarramente preocupante a dualidade de critérios do Governo português: suspeitas publicadas em jornal levam ao afastamento de empresa norte-americana – diversamente, o Governo dispõe de ampla informação sobre a transferência maciça de dados pessoais dos portugueses para Beijing, por via de empresas controladas pelo Partido Comunista Chinês a operar em Portugal, sobretudo nas áreas da saúde e dos seguros, optando por nada fazer. Pelo contrário: a porta mantém-se escancarada para investimentos do Partido Comunista Chinês e o Governo ainda nem sequer teve coragem de anunciar o afastamento da Huawei do 5G por razões de segurança nacional.

Esta dualidade de critérios, esta deferência face à China Comunista que contrasta com a prepotência perante empresas norte-americanas – mostra eloquentemente de que lado está o Governo português. Está ao lado da tirania do regime chinês em detrimento do Mundo Livre.

Em suma: o ataque à CloudFare é apenas mais um episódio de uma estratégia que foi iniciada há algum tempo de enfraquecimento contínuo dos interesses estratégico-económicos dos EUA em Portugal – desde empresas de transporte até empresas de informação, passando pela indústria da moda, nada tem escapado à fúria do Governo português, empenhado na sua relação estratégica com a China.

Primeiro, aparece uma notícia no jornal; depois, logo de seguida, o Governo decide contra empresas dos EUA. E são sempre empresas dos EUA! O padrão, objetivo e subjetivo, nunca muda… Ah, já agora, lembram-se da campanha que foi montada contra o Embaixador George Glass, depois de entrevista sobre Porto de Sines? Pois…mesmo MO…e sempre as mesmas personagens na sombra…

Joâo Lemos Esteves
Joâo Lemos Esteves

Esteves is the INISEG (Institute for Global Security Studies) Representative to the USA and a contributor to “Israel Hayom” (Israel), “Jornal da Cidade” (Brasil) and “SOL” (Portugal). He is also a lecturer at the University of Lisbon, Law School.

SUPER EVENTO NA SEDE DA SUPERINTENDÊNCIA DA POLÍCIA FEDERAL EM BRASÍLIA – DF



ANDRÉ HENRIQUE GOMES DA FONSECA, no dia 2 2 / 0 4 / 2 0 2 1 , na Sede da Superintendência da Polícia Federal em Brasília-DF, recebeu a medalha com o respetivo diploma de COMENDADOR NACIONAL DA POLÍCIA FEDERAL

“Tenho a honra de informar que entre os 220 milhões de brasileiros, sou o ÚNICO a ser HOMENAGEADO pela gloriosa Polícia Federal em Brasília – DF…” disse o homenageado ANDRÉ HENRIQUE GOMES DA FONSECA.

De entre as várias personalidades que estiveram presentes neste super evento destacamos;

FENAPEF – Federação Nacional da Polícia Federal. PRESIDENTE – Luís Antônio de Araújo Boudens

DIRETOR JURÍDICO – Flávio Werneck.

SINDIPOLDF – Egidio Araujo Neto, Presidente do Sindicato dos Polícias no Distrito Federal.

Demais diretores e integrantes da FENAPEF.

ANDRÉ HENRIQUE GOMES DA FONSECA, é indicado para a função de Embaixador do Brasil em Portugal.

Davide Pereira
Davide Pereira

Pastor Evangélico. AD.
INISEG. Grupo de Investigação Académico Internacional.
Investigador do Observatório OCATRY.
Conselheiro Político.
Finlândia

When HaShem doesn’t know, the Black Cube knows: what information will Isabel dos Santos disclose about European politicians for her defense?

LUSA – a portuguese news agency – that Black Cube is working for Isabel dos Santos in her defense against the accusations that were made in the realm of what is known as “Luanda Leaks”.

Isabel dos Santos promises to denounce the real motivations behind this “journalistic investigation”, namely, the European politicians who have fabricated such an operation using the power apparatus. It is not necessary to be an enlightened analyst, or an intellectual gifted President, to realize that by European politicians we must understand Portuguese politicians who kept themselves in the shadows and made their interests stand out against the Angolan businesswoman Isabel dos Santos.

There are significant reasons why portuguese entities should get ready for an unprecedented crisis from a reputational point of view: it is pretty clear at this point that Isabel dos Santos has a well-defined, rational strategy, thought out over time, which goes far beyond the borders of Portugal, which is to say, the Angolan businesswoman will replicate in her favor this time the method that had been used to harm her.

 Isabel dos Santos, based on information from portuguese news agency, will shortly be starting a big media operation to make her case of self-defense, where she will predictably denounce certain Portuguese personalities (the majority of them) of conspiring against her and the State of Angola. For this purpose, in a foresight analysis, based only on information made public by portuguese news agency, Isabel dos Santos might mobilize multiple leading international media outlets, both in Europe and in the USA.      

Keep in mind that the company that advises Isabel dos Santos is Black Cube, the most prestigious intelligence company on a global scale.

With Black Cube, there is no fooling around: if you are waiting to delegitimize the defense of Isabel dos Santos with allegations of “fake news”, think twice, three, four, several times. Observe very carefully how Isabel dos Santos has operated in recent times: with discretion and reserve (it is an instruction from Black Cube, certainly – an excellent intelligence strategy).

Do not forget that Black Cube follows the methodology of Israel, it is a company known as the “private Mossad”, always discreet, always effective.

The soul of the Black Cube is the remarkable Efraim Halevy, former leader of MOSSAD and an inspiration for all of us, lovers of freedom, security and tolerance – and his disciples, direct or indirect, all of them with enormous professionalism and dedication to each case in which they are called upon to intervene.

As they say in relation to the Institute, «if G’d – HaShem – doesn’t know, Black Cube does». Without any doubt we can assure the claims of Isabel dos Santos, in a forensic ontexto and in an international media ontexto, will be immaculately supported. Its veracity can hardly be contested.

President João Lourenço, Isabel dos Santos – and the future of Angola 

Having that said, for us, the essential issue here is Angola’s future.

The Angolan people have registered very important achievements in recent years: perhaps less than what they would like in abstract. We do understand.

However, we prefer to look at the bright side: in a particularly delicate context, in a geopolitical space marked by growing instability, the truth is that Angola – with former President José Eduardo dos Santos and with current President João Lourenço – has taken extraordinary steps towards the legal-political construction of its State; in boosting its economy; in attracting foreign investment; ultimately, promoting a safer country.

Such achievements seem minor when compared with what there is still (so much) to do: the dynamization of the economy seems way too little in the face of the problem of excessive dependence on oil exports; attracting foreign investment seems out of place when social inequality is taken into account; the security gains obtained seem to be mere fantasy when the people are still afraid that their rights will not be properly defended.

However, States are not built with mere theoretical abstractions: States are built from specific and unique constraints. Angola, with advances and setbacks, with mistakes and successes, managed to do, in four decades, what European states had taken centuries to achieve. Let us think, by way of example, that in Europe, between the moment of the creation of the State and constitutionalism, centuries have passed. Angola had to build the state, to affirm it, to start and develop its own constitutional experience – all of this practically at the same time.

This is, therefore, the time for Angola to think about correcting the problems it still has (as all countries do) – without destroying what it has already achieved.

To succeed in this endeavor, Angola cannot ris kits political stability and social peace.

To move forward, safely and hopefully, the Angolan people cannot fight each other; have to work with each other. Dialoging, cooperating, discussing (which also does well, from time to time), without ever losing sight of the fundamental.

We note that the news from LUSA confirms one of our last articles here at NASCER DO SOL about the visit of President João Lourenço to Dubai. This is why there is in Portugal, among a certain political class, so much nervous – so much so that they are trying hard to shut down the most indepedent, pro-free world and pro-Israel newspaper in Portugal called NASCER DO SOL, asking the portuguese media regulator to intervene in the paper.

And some portuguese politicians and law scholars with strong ties to portuguese far-left politicians and businesses with iranians companies and officials tried to discredit the author of this article in Lisbon Law School, using a journalist whose connections to the BDS Movement are worldwidely well known, in a clear despicable INTELL op. Despite the criticisms directed at João Lourenço, the truth is that his decision to travel to Dubai, with specific objectives, was correct.

In fact, Angola’s intelligence services – a big hug for our friends there – should be another national pride for all Angolans: in competence, in methodology, in the capacity for action and reaction, they give lessons to many Western European agencies. President João Lourenço’s trip to Dubai was certainly endorsed by Angolan secret services; a very correct decision.

The time is now for concertation between different factions, between the past and the future of the Angolan nation; not of devastating confrontation, not of victory for some to the detriment of all.

In order to advance at an economic and social level, Angola needs stability and peace.

Rest assured, however, that the future of Angola is up to Angolans to decide. The people of Angola are sovereign. However, I took the liberty of leaving here this humble recommendation, coming from a friend who wants the best for the Angolan nation.

We finished as we started: we trust that Isabel dos Santos will do nothing to harm Angola – but she will do everything to expose the information she has about how the operation to break her economically and socially.

And it is important for the world to listen to the version of Isabel dos Santos, after the authors of the “Luanda Leaks” have dominated the narrative so far.

The truth is that Isabel dos Santos could not be better advised – as the information was obtained by the Black Cube, it can only be information that will be worth analyzing in detail. In EVERY single detail.

Again, if G’d – HaShem- doesn’t know, the Black Cube does.

PS – By the way, a last note: in January, we wrote an article about Black Cube, or, more exactly, about the information BLACK CUBE has regarding external interferences in North American elections. A few weeks ago, the Report of CIA and of the Director of National Intelligence of the USA confirmed the advanced information: however, the problem is more widespread and must be solved based on a bipartisan consensus in the US Congress – so that the integrity of the American electoral process and system (and national security!) are fully safeguarded. America is always (welcome) BACK when America is FIRST.

Joâo Lemos Esteves
Joâo Lemos Esteves

Esteves is the INISEG (Institute for Global Security Studies) Representative to the USA and a contributor to “Israel Hayom” (Israel), “Jornal da Cidade” (Brasil) and “SOL” (Portugal). He is also a lecturer at the University of Lisbon, Law School.

André Henrique Gomes Da Fonseca, futuro embaixador do Brasil em Portugal

André Henrique Gomes da Fonseca, esta semana, temagendado uma reunião ao mais alto nível da diplomacia do País, no Distrito Federal, em Brasília, com o Excelentíssimo Senhor Presidente da República Jair Messias Bolsonaro.

O chefe da missão diplomática, André Fonseca, será recebido pelo Presidente da República do Brasil entre os dias 6 a 9 desta semana do mês de Abril. O intuito do encontro é dialogar com as maiores lideranças e representações religiosas judaico-cristãs, industriais, empresariais e políticas do País, por ocasião à nomeação de André Henrique Gomes da Fonseca para o nobre ministério de Embaixador do Brasil em Portugal.

André Henrique Gomes da Fonseca, esteve sempre alinhado com o Presidente da República Federativa do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, que apoiou desde o início da sua campanha para as presidenciais, quando este, ainda possuía apenas três por cento das intenções de votos.

Segue-o, até aos dias de hoje, dando-lhe todo o seu apoio. Amante e conhecedor de Portugal, de onde têm origem ancestral e parentes, é também aliado dos Estados Unidos da América na linha patriots. É amigo do povo de Israel, seguindo à risca as doutrinas do Primeiro Ministro Netanyahu, tendo como tal sido convidado para conselheiro do maior partido político da Direita do Estado de Israel.

O Certificate Honor to Merit, as a Member of the Advisory Board Likud Serbia. A nomeação foi formalizada pela presidente do Partido, Dra. Jelena Pereira. À frente do Advisory Board, o Dr. André Fonseca, terá como objetivo as relações políticas, comerciais, culturais e diplomáticas entre o Brasil e Israel.

Para tão importante reunião, André Henrique Gomes da Fonseca, pernambucano, Cônsul do Gabão, Advogadoe representante e diretor executivo da O A C B (Ordem dos Advogados Conservadores do Brasil), será acompanhado pelo Presidente do Senado, pelo Presidente da Câmera dos Deputados e dos mais altos representantes do universo Evangélico do Brasil e na sua infinita diáspora brasileira.

André Henrique Gomes da Fonseca, é sobejamente conhecido e reconhecido como um homem de conduta exemplar, como esposo e pai, defensor da família, da propriedade privada, da união, cooperação, respeito e igualdade dos povos, da dignidade humana, incentivador do empreendedorismo privado, e defensor da Carta Magna de 1988.

Possuído de uma moral e uma ética profissional elevada, com o devido amor e respeito a Deus, à Pátria, à Família e ao próximo. Amigo do seu amigo e possuído de uma grande sensibilidade aos problemas sociais da atualidade.

“O Brasil acima de tudo.Deus acima de todos.” Jair Bolsonaro 01/01/2019

A diáspora do Brasil em Portugal, assim como também toda a comunidade Evangélica luso-brasileira, gruposindustriaise empresariais e entidades políticas recebe com bastante entusiasmo e de braços abertos a este homem temente a Deus, ANDRÉ HENRIQUE GOMES DA FONSECA, Embaixador do Brasil em Portugal.

Davide Pereira
Davide Pereira

Pastor Evangélico. AD.
INISEG. Grupo de Investigação Académico Internacional.
Investigador do Observatório OCATRY.
Conselheiro Político.
Finlândia

Detectadas vinculaciones de los partidos independentistas de Cataluña con grupos islamistas

Las vinculaciones de los partidos independentistas de Cataluña con los grupos islamistas de la BDS antisemita y anti-Israel

El Movimiento Boicot, Desinversiones y Sanciones (BDS) es una campaña política antisraelí que a nivel mundial desde el año 2005 se ha empeñado en boicotear económicamente y deslegitimar en diversos ámbitos al Estado de Israel, a quien acusan de “ocupar” el territorio en donde se asienta. “Cuando una organización asesina terrorista como Hamás, saluda y apoya al BDS, es un testimonio de la naturaleza del movimiento de boicot y de sus activistas” Dime quienes son los que te apoyan y te diré quién eres. Aquellos que saben de donde proviene la ideología de los activistas no estarán sorprendidos. Quienes apoyan al BDS deben entender quiénes son sus pares. Hamás y los activistas del boicot buscan la destrucción del Estado de Israel, desde OCATRY (Observatorio contra la Amenaza Terrorista y la Radicalización Yihadista) de INISEG perteneciente al CIIA (Centro Internacional de Investigación Avanzada de INISEG-Universidad Pegaso), trabajamos para desenmascarar a los grupos terroristas que financian a través de la BDS los boicots a Israel. El nuevo líder de Hamás, Ismael Haniyeh dio su primer discurso público desde su reciente elección en mayo en la ciudad de Gaza. Llamó a formar un gobierno de unidad con el presidente de la Autoridad Palestina, Mahmud Abbas del partido palestino Fatah, que gobierna los territorios palestinos fuera de Gaza. De la misma manera pidió que este último terminara sus operaciones de coordinación en materia de seguridad con el Estado de Israel. El político gazatí habló también sobre la reparación en las relaciones con Egipto que el gobierno de Hamás ha estado llevando a cabo. Ahora que la mayoría de los países árabes (incluidos Siria, Egipto y Arabia Saudí) han dado la espalda a Hamás, el movimiento islamista considera que el BDS es su aliado natural en la lucha contra Israel. Sus dirigentes en la Franja de Gaza se frotan las manos mientras siguen el avance de las actividades antiisraelíes de los partidarios del boicot en las universidades de Estados Unidos, Canadá, Australia y el Reino Unido. Hamás considera dichas actividades del movimiento BDS una extensión de la campaña para destruir a Israel que el movimiento lleva librando desde su creación, en 1988. Aunque no ha logrado enviar representantes para hablar ante estudiantes y profesores en las universidades, parece que los partidarios del BDS le están haciendo el trabajo.

Hamás publicó por medio de un tuit en en su cuenta oficial en la red social: “Saludamos y apoyamos al influyente Movimiento BDS “. Fuente: “OCATRY (Observatorio contra la Amenaza Terrorista y la Radicalización Yihadista) www.ocatry.org

Cataluña es la Comunidad autónoma más islamizada de toda España. No ha sido una decisión voluntariamente aceptada por los catalanes, sino una estrategia de los políticos nacionalistas, que veían con un cierto interés de redito político y electoralista a la inmigración árabe que a la hispana. Era mejor que los nuevos vecinos no tuvieran lazos efectivos con España.

El separatismo se alía con el islam para buscar votos a través de réditos e intereses electoralistas
Fuente: OCATRY (Observatorio contra la Amenaza Terrorista y la Radicalización Yihadista) www.ocatry.org

Existe una colaboración basada en una red de asociaciones que promueven simultáneamente actividades antisistema, independentistas e islamistas. Esa constelación de grupos de la órbita de Podemos-En Comú, CUP y otras organizaciones lleva aparejada y obsesiva fijación antisemita que se refleja en las iniciativas tomadas desde las instituciones en que esos grupos políticos participan:

Homenajes en foros públicos, sufragados por el Ayuntamiento de Barcelona, a terroristas como Layla Khaled

Aprobación de declaraciones de apoyo al boicot a Israel y la discriminación contra todos los que lo apoyan, como la realizada en el Ayuntamiento de Barcelona.

La financiación pública de España a organizaciones no gubernamentales (ONG) con objetivos políticos e involucradas en el conflicto palestino-israelí es generalizada y está altamente descentralizada, correlacionándose con los varios niveles de gobierno en España. Los fondos son administrados y asignados por el Gobierno Central, las Comunidades Autónomas, las Diputaciones Provinciales, los municipios y los Colegios de Abogados, y refleja profundas fisuras políticas y radicalización regional.

La financiación española se ha concedido repetidamente a las ONG que llevan a cabo campañas políticas contra Israel. Varios beneficiarios tienen vínculos con organizaciones terroristas, promueven el antisemitismo, incitan a la violencia, y están involucrados en las campañas de boicot BDS (boicot, desinversión y sanciones). La financiación española destinada a actividades de ONG altamente politizadas en el conflicto palestino-israelí asciende a 5.1 millones de euros sólo en 2015.

En mayo de 2016, la Agencia Vasca de Cooperación para el Desarrollo (AVCD) firmó un acuerdo de cooperación con la ONG palestina Addameer para “ayudar a los prisioneros palestinos”, con un monto total para la organización de 199.988€. Addameer es una filial del Frente Popular para la Liberación de Palestina (FPLP), declarada organización terrorista por EE. UU, la Unión Europea, Canadá e Israel.

Fuente: OCATRY (Observatorio contra la Amenaza Terrorista y la Radicalización Yihadista)
www.ocatry.org

El partido vasco independentista y de extrema izquierda EH Bildu hizo un llamamiento en 2015 para la “liberación inmediata de Khalida Jarrar,” descrita como “defensora de los presos políticos palestinos desde hace mucho tiempo”. Jarrar, vicepresidente de Addameer, es una funcionaria de alto nivel del FPLP y fue acusada en abril de 2015 por diversos delitos, entre ellos ser miembro activo de una organización terrorista (FPLP) e incitar a la violencia pidiendo secuestrar soldados israelíes. Jarrar admitió los cargos que se le imputaban, y fue declarada culpable por «pertenencia a organización ilegal» e «incitación«, recibiendo una sentencia de 15 meses de prisión más una condena de 10 meses adicional que finalmente fue suspendida. Salió de prisión el 3 de junio de 2016.

Los secesionistas de extrema izquierda en la comunidad autónoma vasca promueven la solidaridad con otros movimientos nacionalistas de izquierdas en todo el mundo como parte de su estrategia política. Como dijo el político de EH Bildu y preso de ETA recién liberado Arnaldo Otegi, “Siempre hemos reconocido la importancia del internacionalismo. Hemos descubierto que las luchas deben ser más globales en su naturaleza”. “Euskadi Ta Askatasuna” (ETA) es una organización terrorista designada como tal por el Reino Unido y EE.UU.


Otra organización que defiende a los terroristas del FPLP presos, es Addameer, creada en Ramala en 1992 y que actúa sobre todo en los territorios palestinos. Esta organización está vinculada con el abogado de Puigdemont Gonzalo Boye, y con el Centro Palestino para los Derechos Humanos, que ha recibido dinero de la asociación malagueña Al-Quds Fuente: OCATRY (Observatorio contra la Amenaza Terrorista y la Radicalización Yihadista) www.ocatry.org

La ONG catalana Novact invitó a activistas palestinos Munther Amira y Manal Tamimi a una conferencia sobre “prevención del extremismo violento”, financiado por la Diputación Provincial y el Ayuntamiento de Barcelona, la Agencia Catalana de Cooperación al Desarrollo (ACCD) y la Unión Europea (UE). Tamimi utiliza frecuentemente un discurso e imágenes de carácter violento y antisemita en redes sociales, tuiteando en septiembre de 2015: “Vampiro sionista (sic) celebra Yom Kippur bebiendo sangre palestina (sic), sí nuestra sangre es pura y deliciosa, pero os matará al final”. Amira ha llegado a encuadrar una manifestación violenta como parte de una «lucha contra la ocupación nazi«. La Agencia Andaluza para la Cooperación para el Desarrollo Internacional (AACID) llevó a cabo un evento de BDS “contra el apartheid israelí”, junto con la ONG Asociación Al-Quds Andalucía, en 2014, con Raji Sourani del Centro Palestino para los Derechos Humanos (PCHR) y Sergio Yahni del Alternative Information Centre (AIC), dos organizaciones con presuntos vínculos con el FPLP

Novact también recibió 176.313€ del Oxford Research Group (ORG) para el proyecto “Observatorio de empresas privadas militares y de seguridad (EMSP) y Derechos Humanos” – que cubre Cisjordania y Gaza, Columbia, e Irak. ORG es una ONG británica financiada, entre otros, por Noruega, Alemania, Suiza y la UE. Como parte de este proyecto, Novact publicó en 2015 un informe titulado “La privatización de la seguridad en el territorio palestino ocupado”. El informe afirma que “desde la declaración del Estado de Israel en 1948, el gobierno israelí ha utilizado el pretexto de la seguridad para justificar la ocupación del pueblo palestino, cometiendo terribles atrocidades que violan los derechos humanos”, y que “la noción israelí de seguridad está estrechamente vinculada a su concepto de terrorismo, dibujando una línea extremadamente delgada entre el terrorismo y la resistencia. El derecho del pueblo palestino a resistir la ocupación militar israelí no sólo es un derecho moral, sino también un derecho reconocido en el derecho internacional consuetudinario”. En febrero de 2017, Novact emitió un comunicado “rechazando los ataques a los Comités de Coordinación de la Lucha Palestina” – refiriéndose a las detenciones por presuntas actividades terroristas de Manal Tamimi y Munther Amira del Comité de Coordinación de Lucha Popular (PSCC), a su llegada a Barcelona para una conferencia de Novact titulada “Hacia un nuevo paradigma: La prevención de extremismo violento”. El PSCC organiza regularmente manifestaciones que a menudo se han vuelto violentas y, en repetidas ocasiones emplea la retórica del “mártir” y posts en su cuenta de Twitter con fotos de manifestantes lanzando piedras.

Reconocer una Cataluña independiente sería un grave error estratégico y político que dañaría las relaciones de Israel con España y la UE. La proliferación de mini-estados fallidos en Europa restaría estabilidad y predictibilidad para las relaciones internacionales de Israel. Con su radicalización, el catalanismo ha virado con fuerza a una extrema izquierda profundamente antisemita y abiertamente pro-BDS. El yihadismo se fortalecería y sería un núcleo desestabilizador en todo el Mediterráneo. La comunidad judía española, leal a su país y profundamente sionista, se vería muy perjudicada por esta decisión. Fuente: OCATRY (Observatorio contra la Amenaza Terrorista y la Radicalización Yihadista) www.ocatry.org

A pesar de haber sido invitados en calidad de expertos en “prevención del extremismo violento”, tanto Munther Amira y Manal Tamimi han hecho declaraciones violentas. En respuesta a una manifestación violenta organizada por Munther Amira en Belén en diciembre de 2016, que contó el medio de comunicación israelí Ynet: “Estamos aquí para protestar y decir que la ocupación y el terror son dos caras de la misma moneda. Queremos decir al mundo que los palestinos tratan con el terror organizado. Vamos a seguir para hacer frente con el fin de luchar contra la ocupación nazi” Manal Tamimi ha promovido el terrorismo, la violencia y el antisemitismo virulento varias veces en su cuenta de Twitter. En agosto de 2015, Tamimi tuiteó: “Yo odio a Israel, y deseo una tercera Intifada muy pronto y que la gente se levante y mate a todos estos colonos sionistas en todas partes”. En septiembre de 2015, en Yom Kipur (un día de ayuno y el día más sagrado del año en el calendario judío), La conferencia organizada por Novact y con PSCC fue financiado por el Gobierno regional español de Cataluña y la UE. Otras fuentes de financiación para la participación política en el conflicto palestino-israelí que figuran en el informe anual de 2015 de Novact incluye 289.000€ de la AECID (Agencia Estatal de Desarrollo) para “La mejora de la protección de las personas protegidas en Gaza y Cisjordania mediante el fortalecimiento de los mecanismos para la aplicación del DIH [El derecho internacional humanitario]”(2015-2016); 80.565€ de la ONU para la “Promoción de estado de derecho y la rendición de cuentas para la transformación de conflictos” (2015-2016); y 179.134€ del Ministerio de Exteriores español para “Apoyar  las transiciones democráticas en la región MENA (Oriente Medio y Norte de África): fortalecer las capacidades de los movimientos sociales emergentes para la promoción de la democracia y los Derechos Humanos”. En total, los proyectos Novact financiados por el gobierno incluidos en este informe ascienden a 1,3 millones de euros.

BDS, ayuntamientos y subvenciones

Muchas de las organizaciones que organizan campañas concretas de boicot antiisraelí en España se enmascaran en propuestas aparentemente relacionadas con la promoción cultural y, además, consiguen parte de su financiación en actividades supuestamente culturales que más tarde no son más que plataformas para la propagación del odio. Un ejemplo de esto fue la participación de la terrorista palestina Leila Khaled, que fue invitada por la Feria de Ideas y Libros Radicales Literal, en Barcelona, que en esa misma edición había contado con una subvención municipal de 12.000 euros, además de la cesión de unos locales municipales. Esta cesión de locales públicos para la promoción del odio es muy habitual: en espacios de titularidad municipal de toda España se celebran ‘actividades culturales’ como pases de películas, o convocatorias supuestamente para acercarse a aspectos como la comida o las danzas palestinas, pero la realidad tras esos actos es que sólo se usan para promulgar el boicot antiisraelí y una visión falsa, sectaria y absolutamente parcial del conflicto palestino israelí. También nos encontramos con casos en los que son las propias entidades públicas las que ejercen la censura antisemita, como hizo el ayuntamiento de Cádiz en 2017, cuando canceló un ciclo de cine israelí, que se celebraba en instalaciones municipales y que ya se había iniciado. La excusa fue que el ciclo cinematográfico entraba “en contradicción con el acuerdo de 2016 de adhesión a la campaña ‘Espacio Libre de Apartheid Israelí’” -es decir, de BDS- que había sido aprobado por el propio ayuntamiento. Este acto arbitrario ha llevado a el alcalde de Cádiz, José María González, ‘Kichi’, a ser denunciado por “discriminación xenófoba” ante la justicia ordinaria.

BDS en España: extremistas de izquierda

En muchos aspectos nuestro país sigue el patrón habitual del BDS en el resto del mundo, especialmente por lo que se refiere a su relación cercanísima con los movimientos y los partidos más a la izquierda de la izquierda. De hecho, en la página de miembros la Red Solidaria Contra la Ocupación de Palestina (RESCOP), organización paraguas que coordina a los diferentes grupos e instituciones locales, regionales y nacionales que participan en las campañas de boicot a Israel, aparecen partidos políticos como Anticapitalistas, que es uno de los grupos de cuya unión nació Podemos y que aún forma una corriente interna con cierta fuerza dentro del partido morado; Izquierda Anticapitalista Revolucionaria, otro grupúsculo que formaba parte de Podemos; o las Juventudes del PCE, ahora también parte de Unidos Podemos a través de IU.

Como demuestra el siguiente informe, en el contexto de restricciones de financiación severas y agitación política, los fondos son cada vez más canalizados hacia organizaciones políticas marginales – palestinas, israelíes y españolas. Los principales facilitadores de esta politización son ONG españolas destacadas que utilizan fondos públicos regionales y nacionales para lanzar campañas políticas anti-Israel y fomentan asociaciones a largo plazo con ONG palestinas e israelíes con agendas políticas. Esto es coherente con una tendencia general de radicalización en la arena política española, que compromete aún más la eficacia de la Cooperación Española para el Desarrollo. Fuente: OCATRY (Observatorio contra la Amenaza Terrorista y la Radicalización Yihadista) www.ocatry.org

Junto a ellos, encontramos asociaciones creadas específicamente para el BDS, de solidaridad con Palestina, ONGs de distintos tipos (alguna dedicada, en teoría, ¡a promover la agricultura en el tercer mundo!), y también a organizaciones ecologistas que, suponemos, deben considerar a Hamás un modelo de gestión del medioambiente. Además de estas relaciones directas en su seno, otro vínculo innegable de Podemos con el BDS es su relación con el gobierno de Irán a través de su televisión Hispan TV, para la que varios de sus líderes trabajan -incluyendo Pablo Iglesias- con unas retribuciones extraordinariamente por encima de lo que sería el precio normal de mercado de en una cadena de escasa audiencia en nuestro país. En intervenciones que han tenido una amplísima difusión el propio Iglesias no dudaba de calificar a Irán como “un Estado asesino de comunistas” y reconocía la naturaleza de esta relación comparándola con la de la Alemania de la I Guerra Mundial con los bolcheviques rusos: “A los alemanes les interesaba poner un tren a Lenin para que desestabilizase Rusia, a los iranís les interesa que se difunda en América Latina y España un discurso de izquierdas porque afecta a sus adversarios, ¿lo aprovechamos o no lo aprovechamos?” decía, mostrándose partidario de aprovecharlo porque en política hay que “cabalgar las contradicciones”. Podemos no se limitó a usar el dinero recibido de Irán (y también de Venezuela) para hacer programas de televisión, sino que lo usó para crear el propio partido y financiar sus primeros pasos, al menos así lo afirmó en una comparecencia en el Senado un antiguo socio de Pablo Iglesias.Es a la luz de estas relaciones como hay que examinar determinados posicionamientos de Podemos, que ha apoyado explícitamente las campañas de BDS y ha llegado a pedir el reconocimiento al inexistente estado palestino como parte de la negociación de los Presupuestos Generales del Estado.

Podemos, un partido pro-iraní y anti-Israel en el Gobierno de España. Días antes de que Iglesias llamara a Israel “Estado criminal«, su partido, sus socios separatistas y los del Partido Socialista Obrero Español (PSOE), con quienes gobierna en el ayuntamiento de Valencia, declaraban oficialmente el boicot en la ciudad a todo lo israelí bajo la etiqueta “Espacio Libre de Apartheid Israelí”
ideada por el BDS. Con una población de 800.000 habitantes, Valencia tiene uno de los puertos de mar más grandes de Europa y recibe cada año 2 millones turistas.  Más de un año después de que el ayuntamiento votara sumarse a la campaña del BDS contra Israel, un tribunal de Valencia declaró ilegal la adhesión del consistorio al boicot contra toda organización o persona israelí por el mero hecho de serlo, privando así a los ciudadanos de los frutos de la cooperación con Israel en campos como la economía, la educación, el comercio, la cultura y la seguridad.

Un agente de Irán como vicepresidente del Gobierno

Ningún régimen del mundo ha expresado tan a las claras su antisemitismo y su deseo de borrar a Israel de la faz de la tierra como el de Irán. Además de oprimir a las mujeres y de asesinar a adúlteras, homosexuales y todos los que desafíen su perversa lógica fundamentalista, el régimen islamista de los ayatolás persigue con saña a sus críticos y ha sembrado la guerra civil y el terrorismo en Oriente Medio y en el mundo desde su establecimiento en 1979. Todo ello no le ha supuesto ningún problema a Pablo Iglesias para trabajar durante años para el órgano propaganda del régimen de los ayatolás en España, Hispan TV. En este canal dedicado a dulcificar la imagen de esta dictadura criminal en el extranjero presentó sus programas de televisión Fort Apache y Spoilers. 

El primero era un espacio de comentario político en que el líder de Podemos y hoy vicepresidente del Gobierno de España vehiculaba junto a sus invitados sus puntos de vista sobre política internacional, que son en lo fundamental los mismos que los del régimen que le pagaba y servía de altavoz: crítica implacable a las democracias occidentales, en especial a Estados Unidos y a Israel; entusiasmo por el socialismo del siglo XXI en Iberoamérica y demonización del capitalismo. El segundo programa de Iglesias en Hispan TV, Spoilers, un espacio sobre cine y política dedicado a promover teorías conspirativas contra Estados Unidos muy del gusto de sus patronos iraníes en el que el líder de Podemos también colocó a su esposa, la actual ministra de Igualdad Irene Montero. Pero las relaciones entre Podemos y el régimen de los ayatolás podrían ir más allá de estas colaboraciones periodísticas. La Policía ha investigado en el pasado la posible financiación de Podemos por parte de Irán con 5 millones de euros que el régimen teocrático habría canalizado a través de pagos hechos por Hispan TV a sus colaboradores del partido.

Esta forma de recibir fondos de un régimen enemigo de Occidente y con intereses directos en desestabilizar democracias como la española ya habría sido ensayada por Podemos con Venezuela, que según varias fuentes habría inyectado millones de euros a quienes fundarían el partido, a través de la fundación con la que asesoraban al régimen bolivariano y con el objetivo de que extendieran el socialismo del siglo XXI a España.

ELAI: Espacios Libres de Apartheid Israelí. Así han denominado los alcaldes de un total de 58 ayuntamientos en España a sus pueblos y ciudades. Las mociones transcritas de los plenos municipales aprobaban que los gobiernos locales no contratarían ninguna empresa, producto, entidad u organización que fuera israelí o tuvieran relación con el pueblo judío. Las mociones antisemitas e ilegales se fueron consolidando con total impunidad en los consistorios liderados por alcaldes de Podemos, IU y PSOE. De este modo, compañías de teatro, conferenciantes, cineastas, actores o empresas israelíes vieron rechazada su contratación por parte de las formaciones izquierdistas locales ante la perplejidad de los afectados. Fuente: OCATRY (Observatorio contra la Amenaza Terrorista y la Radicalización Yihadista) www.ocatry.org

El BDS también ha extendido sus tentáculos en Cataluña, donde ha tejido fuertes relaciones no sólo con la extrema izquierda sino con todo el arco de los partidos separatistas. Así, frecuentemente los grupos de CUP, ERC o JxCat apoyan las mociones de BDS en instituciones como ayuntamientos. Pero además hay ciertas relaciones personales que no dejan de resultar llamativas: abogados de los dirigentes separatistas acusados por el golpe de estado de septiembre y octubre del 2017 están directamente relacionados con el BDS, el más notorio de ellos Gonzalo Boye, defensor del expresidente fugado Carles Puigdemont. Boye ha trabajado en varios casos notorios para el Palestinian Centre for Human Rights, presentando varias querellas contra Israel y diferentes autoridades israelíes que han resultado, por supuesto, notorios fracasos judiciales. Directamente dentro del campo del BDS, Boye ha sido el responsable jurídico de la solicitud a la Federación Internación de Fútbol (FIFA) de la exclusión de Israel, una actuación clara de BDS en el campo deportivo que el abogado de ultraizquierda justificaba en el supuesto trato discriminatorio que se da a los futbolistas palestinos. Como todas las demás, la petición legal de Boye acabó en un sonoro portazo e Israel sigue participando de las competiciones deportivas europeas.

Las campañas de BDS aseguran que buscan un Estado para Palestina, pero en realidad pretenden destruir Israel. Deslegitimar a Israel y su derecho a existir equivalen a legitimar la violencia de cualquier tipo contra Israel. Los movimientos de BDS y sus organizaciones están frecuentemente vinculadas a grupos terroristas. En España la izquierda y el separatismo tienen lazos con el BDS, tanto a través de Podemos como de personajes relevantes en Cataluña. Fuente: OCATRY (Observatorio contra la Amenaza Terrorista y la Radicalización Yihadista) www.ocatry.org

No es el único caso, la exconsejera Clara Ponsatí, también fugada de la Justicia en su caso en Escocia, tiene como abogado a Aamer Anwar, un letrado escocés de origen pakistaní que ha defendido causas legales de diversos tipos -entre ellos una demanda de la familia del condenado por el atentado de Lockerbie- y que actualmente es rector de la Universidad de Glasgow. Su firma presume de haber defendido “a muchas personas arrestadas por delitos graves contra el orden público durante desórdenes civiles como los disturbios de Govanhill en 2001, o las manifestaciones del G8 en Gleneagles en 2005”. Este posicionamiento no es casual: Anwar es conocido por sus opiniones de extrema izquierda y ha participado en numerosas campañas políticas radicales, entre ellas se ha mostrado partidario tanto de la independencia de Escocia como, en los últimos meses, de la de Cataluña.Por supuesto, entre sus actividades políticas reivindicativas ha estado el BDS, para el que ha firmado cartas al parlamento escocés y del que se ha mostrado partidario públicamente, por ejemplo, a través de su cuenta de Twitter, en la que ha llegado a pedir que Escocia se convierta en “un centro del BDS en solidaridad con Gaza”.

Tras el resultado electoral de 2021, el futuro gobierno de la Generalitat se articulará gracias al apoyo de partidos extremistas como Esquerra Republicana de Cataluña (ERC) y la Candidatura de Unidad Popular (CUP). Ambos podrían definirse como partidos de extrema izquierda, anticapitalistas y, especialmente en el caso de la CUP, violentamente antisistema. Como la mayor parte de las formaciones de corte ideológico similar en Europa son también partidos antiisraelís y, a través de su odio a Israel, antisemitas. Este antisemitismo no se ha quedado en un plano meramente teórico, sino que se ha concretado en la proliferación de mociones BDS en ayuntamientos catalanes, habitualmente aprobadas con los votos de estas dos fuerzas nacionalistas y otros partidos de izquierdas. Hasta la fecha, aunque algunas ya se han suspendido legalmente gracias a los esfuerzos de ACOM, cerca de una veintena de consistorios han sancionado acuerdos municipales de discriminación de las empresas y los ciudadanos israelíes. El propio Ayuntamiento de Barcelona, la capital de Cataluña, aprobó en abril de 2017 la adhesión de la ciudad al movimiento BDS con los votos, entre otros, de los nacionalistas de izquierdas. Además, en mayo de este mismo año se volvió a aprobar una moción condenando a Israel, en esta ocasión con los votos de todos los grupos nacionalistas, incluyendo también al PDeCAT.

La cercanía del separatismo con el movimiento antiisraelí del BDS se resume en un nombre, el de Raúl Romeva, ex responsable de relaciones exteriores de la Generalidad y hoy en día en la cárcel por su participación en el golpe de estado separatista, que durante años fue una de las caras visibles de las asociaciones pro BDS y un activista furibundo del boicot desde el Parlamento Europeo. Por si esto no fuera suficiente, tal y como se señaló desde OCATRY, hay una relación cada vez más cercana entre el separatismo y, ya no el antisemitismo, sino directamente el yihadismo: destacados políticos nacionalistas han sido abogados defensores de presos sospechosos de terrorismo e incluso Gonzalo Boye, uno de los abogados principales de Carles Puigdemont -el expresidente catalán que se encuentra huido de la Justicia española-, fue él mismo condenado por participar en un secuestro terrorista y ha defendido a miembros de hasta cinco organizaciones terroristas diferentes.

Además, en no pocas ocasiones instituciones públicas como el Parlamento Catalán o el ya mencionado Ayuntamiento de Barcelona han invitado a terroristas como Raji Sourani o Layla Khaled. Fuente: OCATRY (Observatorio contra la Amenaza Terrorista y la Radicalización Yihadista) www.ocatry.org

Curiosamente, en el lado opuesto de la balanza, el partido que más claramente defiende a Israel en el mapa político español es Ciudadanos, ganador de las elecciones en Cataluña en diciembre de 2017 y la mayor fuerza de oposición al separatismo dentro de la comunidad autónoma. Otra destacada figura de las campañas contra Israel es el abogado y político Jaume Asens, actualmente tercer teniente de alcalde en el Ayuntamiento de Barcelona, donde fue elegido dentro de la lista encabezada por Ada Colau. Como abogado Asens lideró la defensa de Mohammed Mrabet, gerente de la mezquita de Vilanova i la Geltrú que en el marco de la Operación Chacal fue acusado de preparar un grave atentado. También fue el principal responsable de la causa legal que algunos de los participantes en la mal llamada Flotilla de la Libertad plantearon contra miembros del Gobierno y el Ejército de Israel. Además, Asens es los miembros destacados del Observatori DESC, una de las organizaciones de presunta defensa de los derechos humanos bajo el paraguas económico de la Open Society Foundation. DESC ha sido un punto de encuentro común de muchas personas alrededor de la alcaldesa Colau, que pese a ello o precisamente por ello no ha tenido reparos en regarlo generosamente con subvenciones municipales.

Fue el financiero Soros quien influyo en el Conflicto de Cataluña. Fue Soros a través de su entramado de ONG’s y Thinks Tanks, guiado por el Observatorio Open Society, quien ha llevado a cabo el entramado de ayudas a la independencia en Cataluña. Lo que está pasando en Cataluña es una “Revolución de Color” que comprende una serie de protestas en apariencia pacíficas que a pesar de parecer espontáneas y encubiertas por los medios como “protestas pacíficas populares” la realidad es que han sido diseñadas y financiadas desde el extranjero:
Provocar cambios políticos
Desestabilización económica
Ruptura de la integridad territorial del país
La idea es la instauración de un Nuevo Orden Global de Soros es la fragmentación y desestabilización de Europa.
Desestabilizar España
Salida del Reino Unido de la UE (Brexit)
Generar un conflicto en Europa a través de los “Lobbies«
Aumentar el flujo migratorio desde Oriente Medio, Norte de África y el África Subsahariana.
De esta forma, se abriría la posibilidad de desarrollar ‘un mercado global en el que la debilidad de las regiones permitiera la supremacía de los negocios sin trabas gubernamentales. Fuente: OCATRY (Observatorio contra la Amenaza Terroristas y la Radicalización Yihadista) www.ocatry.org

También en Europa, en ciudades como Barcelona, el ayuntamiento de extrema izquierda aprobó una declaración oficial en apoyo del movimiento de Boicot, Desinversión y Sanciones (BDS) en la que el gobierno municipal de Ada Colau, se alía con aquellos que forman parte de grupos terroristas como la BDS, en contra de un Estado democrático como Israel. Recordemos que el Ayuntamiento de Barcelona fue denunciado por invitar a Leila Khaled, reconocida terrorista palestina, a dar una charla en la ciudad Condal. Khaled es portavoz y dirigente del Frente Popular para la Liberación de Palestina, un grupo considerado una organización terrorista no sólo por Israel sino por la propia Unión Europea. En su currículum figuran méritos como haber sido la primera mujer en secuestrar un avión –lo hizo en un vuelo a Tel Aviv que obligó a llevar a Damasco en 1969–, intentar repetir su acción poco después y convertirse desde entonces en un símbolo para multitud de grupos terroristas. Los denunciantes recuerdan también que la normativa antiterrorista europea prohíbe las actividades de dirigentes de bandas terroristas, como es el caso del FPLP y Leila Khaled. De hecho, ya en 2008 el Ayuntamiento de Barcelona también trato de invitarla, pero precisamente la Audiencia Nacional lo impidió. También debemos recordar que el evento “cuenta con apoyo económico y publicitario de, entre otros, el Ayuntamiento de Barcelona, Fira Literal” y de los grupos BDS de Cataluña. Por lo tanto, se estaría ante los tipos legales de “colaboración y financiación de las actividades de la dirigente de la organización terrorista y el apoyo a las mismas” en el que estarían incurriendo estas entidades “en calidad de colaboradores necesarios”. Podríamos destacar el hecho de que la sala Bataclan, en París, la misma que fue atacada por terroristas del ISIS estaba amenazada por BDS debido a que los propietarios eran judíos y a veces era usada como sede para eventos de la comunidad judía. BDS es conocido por ser el brazo “progresista” de quienes luchan por la destrucción del Estado de Israel.

La mayor parte del entramado de ONG palestinas o en apoyo al BDS está íntimamente relacionado con organizaciones terroristas.

• Altos cargos de los grupos terroristas ocupan a su vez puestos destacados en las ONG.

• Muchas de estas organizaciones recaudan dinero en Europa o EEUU que en lugar de ayuda humanitaria acaba financiando el terrorismo

• Algunas ONG españolas también están relacionadas con estas ‘ramas humanitarias’ de bandas terroristas como Hamás

Lamentablemente, algunas de estas ONG vinculadas a organizaciones terroristas han recibido y reciben fondos de instituciones de la Unión Europea y de países europeos, incluyendo dinero público destinado a la ayuda humanitaria. El Pleno del Ayuntamiento de Barcelona aprobó en 2016 una moción para romper complicidades con el régimen de ocupación israelí y la expansión colonial israelí en Palestina.

Según un comunicado difundido por el movimiento BDS, la declaración incluye la promoción de «contratos con empresas que garanticen el respeto a los derechos humanos, específicamente en lo que respecta a las empresas vinculadas a la ocupación israelí en Palestina«, e insta al Gobierno de Cataluña a «crear un centro de estudio y evaluación del impacto (sobre los derechos humanos) de las empresas catalanas que invierten en el extranjero «. La declaración expresa además su apoyo a las campañas de resistencia no violenta encabezadas por la sociedad civil palestina e internacional con el objetivo de defender los derechos humanos de los palestinos y el cumplimiento de las leyes internacionales. Según el BDS, el número de ciudades españolas que apoyan oficialmente el BDS ha aumentado a 70.

La excepción es España, líder de la ola de rechazo europeo al BDS. Más concretamente, Cataluña y Valencia, que copan la mitad de las 67 instituciones declaradas «espacios libres de apartheid israelí«. La Diputación y el Ayuntamiento de Valencia son las dos más importantes, pero también figuran otras como Alcoy, San Vicente, Sagunto, Sant Sadurní d’Anoia, El Prat de Llobregat, Sant Adrià de Besòs, Montcada y Reixac o, incluso, la Universidad Autónoma de Barcelona (UAB). En todos los casos, sin embargo, estas iniciativas han sido tumbadas por la justicia. Ni Merkel ni Emmanuel Macron no son una excepción. Quién era primera ministra británica, Theresa May, aseveró en 2018 que «el movimiento en defensa del boicot resulta intolerable«, razón por la que «ni este Gobierno ni mi partido no hablarán con nadie que se añada«. Su sucesor, Boris Johnson, dijo que el BDS sufre un «síndrome» llamada antisemitismo y ya promueve una ley -con el apoyo explícito de la reina, Isabel II- que prohibirá la adhesión de los ayuntamientos a cualquier campaña de boicot. El BDS catalán no figura en el registro de entidades de la Generalidad de Cataluña y el BDS valenciano tampoco está incluido en el listado de asociaciones de Valencia. Ni el uno ni el otro no disponen de CIF. Cuando participan en la esfera institucional, los miembros del BDS lo hacen a través de otras entidades. Es el caso de Jorge Ramos Tolosa, profesor asociado de historia en la Universidad de Valencia y uno de los principales referentes de la rama valenciana, quien intervino en el pleno del Ayuntamiento de Valencia en el que se declaró el boicot a Israel -el 31 de mayo de 2018- en representación de la Asociación Intercultural Candombe. Sin embargo, al tomar la palabra indicó que hablaba «en nombre del BDS País Valenciano«.

Cerca de dos años antes, en diciembre de 2016, la Diputación de Valencia ya había validado una moción similar, presentada igualmente por Valencia en Común, que no sólo incorporaba la corporación provincial en la campaña Elaia, sino que se comprometía a «difundirla entre la ciudadanía y su tejido empresarial, haciendo uso del sello Espacio Libre del Apartheid Israelí que recibirá de la Red Solidaria contra la Ocupación de Palestina«. Por si fuera poco, la Diputación expresaba su «apoyo» explícito al BDS. En este caso, la moción fue aprobada por unanimidad, ya que PP y Cs, que se habían posicionado en contra, se sumaron in extremis a la mayoría progresista.

PSOE y Compromís hacen de Valencia la punta de lanza del antisemitismo con boicots a Israel. El caso de la Comunidad Valenciana resulta paradigmático. Ahí, PSOE, Compromís y Podemos han colaborado en los últimos años con el grupo nacionalista y antisemita BDS País Valencià, que aboga por el boicot como “herramienta pacífica” contra Israel. Una resolución adoptada por el Bundestag alemán en mayo de 2019 declaró que «el discurso y los métodos del movimiento BDS son antisemitas» y se comprometió a «no apoyar financieramente a las organizaciones que cuestionan el derecho de Israel a existir, proyectos que requieren el boicot de Israel, u organizaciones que apoyan activamente el BDS”.

Más allá de la actividad propagandística del BDS, están los datos. Ninguna de las 31 mociones aprobadas en Cataluña y Valencia ya no se encuentran en vigor. O bien han sido declaradas ilegales por la justicia o bien el consistorio de turno ha optado por acatar la demanda y retirarse de la causa -las conocidas como sentencias de “assentiment”- o bien los ayuntamientos han revocado el acuerdo por el cambio de color político o el miedo a la apertura de un procedimiento judicial. Y es que la jurisprudencia es cristalina: son mociones ilegales, sin cabida a la normativa española ni europea. Fuente: OCATRY (Observatorio contra la Amenaza Terrorista y la Radicalización Yihadista)
www.ocatry.org

BDS País Valencià (Boicot, Desinversiones y Sanciones) es una asociación nacionalista y antisemita que no figura en el registro legal. El colectivo tiene a nueve de sus miembros sentados en el banquillo por graves delitos de acoso, coacción y agresión. Entre ellos está Jorge Ramos Tolosa, uno de los ponentes del curso que se suspendió, que es profesor de Historia Contemporánea en la Universidad de Valencia. Esta complicidad entre la izquierda valenciana y el antisemitismo canalizado en BDS País Valencià comienza en el año 2015, cuando tuvo lugar el pacto del Botànic, en el que el PSOE, Compromís y Podemos se repartieron el poder en la Comunidad Valenciana. BDS País Valencià también fue responsable de que ayuntamientos y diputaciones valencianos promovieran la aprobación de mociones discriminatorias contra los judíos asociándose a la campaña Espacio Libre de Apartheid Israelí (ELAI) del Movimiento BDS.

Concretamente, la Diputación de Valencia y una docena de ayuntamientos regidos por la izquierda promovieron el boicot a los productos de Israel con el apoyo del PSOE, Compromís, Podemos y Esquerra Unida.  Esas iniciativas han sido tumbadas en muchos casos por los tribunales por ser inconstitucionales. Aunque el caso valenciano resulte paradigmático, la relación de la izquierda con el antisemitismo extiende sus raíces por todo el país: Avilés, Barcelona, Cádiz, Gijón, Pamplona, Santiago de Compostela, entre otros ayuntamientos. Así, hasta llegar a las 92 instituciones que han sido declaradas Espacios Libres de Apartheid Israelí (ELAI). Es decir, consistorios que han aprobado no contratar a ninguna empresa, producto, entidad y organización israelíes o que tuvieran relación con el pueblo judío.

Mónica Oltra recibió una delegación del BDS en su despacho. Fuente: OCATRY (Observatorio contra la Amenaza Terrorista y la Radicalización Yihadista) www.ocatry.org

La ciudad de Barcelona respalda el llamado a un embargo militar integral contra el apartheid israelí. Barcelona es hasta ahora la ciudad más grande que ha escuchado el llamado de la sociedad civil palestina para poner fin al comercio de armas y la cooperación militar y de seguridad con el régimen de apartheid, colonialismo de colonos y ocupación de Israel, similar al que se aplicó contra el apartheid en Sudáfrica. Cinco de los siete partidos políticos del Ayuntamiento de Barcelona, ​​Barcelona en Comú, Candidatura d’Unitat Popular, Esquerra Republicana de Catalunya, Partit Socialista de Catalunya y Partit Demòcrata de Catalunya, así como el concejal no afiliado Gerard Ardanuy, apoyaron a la declaración.

¿Qué es el BDS?

BDS significa boicot, desinversión y sanciones, y se refiere a tres formas distintas pero relacionadas de acción punitiva contra el Estado de Israel.  El boicot se refiere a la ruptura de relaciones con Israel como medio de protesta, castigo, intimidación o coerción.  La desinversión es lo opuesto a la inversión: el retiro de inversiones en Israel por parte de bancos, fondos de pensiones y otros grandes inversores o de empresas que operan en Israel. Las sanciones se refieren a acciones punitivas tomadas por gobiernos y organizaciones internacionales, incluidas sanciones o prohibiciones comerciales, embargos de armas y la ruptura de relaciones diplomáticas. El BDS se presenta a sí mismo como un movimiento pacifista y no violento, pero desde el primer momento tiene una predisposición a la violencia, ya que es evidente que cuando se criminaliza una entidad o un Estado, cuando se niega el derecho a existir de un colectivo o un país, se legitiman los crímenes que cualquiera pueda ejercer contra él. Más aún cuando frecuentemente estos actos son descritos como “resistencia heroica”. Pero es que, además, la realidad es que la relación con la violencia del BDS va mucho más allá de este plano ideológico: documentos recopilados por el Ministerio de Asuntos Estratégicos de Israel y que han sido publicados por el periódico Yedioth Aharonot.

Fuente: OCATRY (Observatorio contra la Amenaza Terrorista y la Radicalización Yihadista) www.ocatry.org

Por ejemplo con el Frente Popular para la Liberación de Palestina (PFLP, por sus siglas en inglés), una banda terrorista -aún hoy reconocida como tal tanto por EEUU como la UE- que se hizo tristemente famosa por sus atentados en los años 70 y por acciones desarrolladas en cooperación con organizaciones terroristas de extrema izquierda como la Baader-Meinhof, con los que planearon y ejecutaron, por ejemplo, el famoso secuestro de un avión de Air France que motivó una operación del ejército israelí en Entebbe, Uganda.

La activista islamista, Linda Sarsour, que ha recaudado fondos para una de las principales organizaciones vinculadas al Terrorismo (Islamic Relief-IRUSA) Sarsour tiene una larga historia de radicalismo y simpatías terroristas. Sarsour apoya el Movimiento de Boicot, Desinversión y Sanciones (BDS) antisemita y terrorista contra Israel. Su mentor ha sido el imán radical Siraj Wahhaj (Fundador e imán de la mezquita de Al-Taqwa de Brooklin) En 2018, 3 de sus hijos fueron detenidos por el FBI por terrorismo.
Fuente: OCATRY (Observatorio contra la Amenaza Terrorista y la Radicalización Yihadista) www.ocatry.org
La Operación Entebbe fue una misión de rescate de rehenes llevada a cabo por las Fuerzas de Defensa de Israel (FDI) en el Aeropuerto de Entebbe, en Uganda, el 4 de julio de 1976. Una semana antes, el 27 de junio, una aeronave de Air France con 248 pasajeros fue secuestrada por terroristas palestinos y alemanes, tomando rumbo a Entebbe, cerca de Kampala, la capital de Uganda. Poco después del aterrizaje, todos los pasajeros no israelíes, fueron liberados. Fuente: OCATRY (Observatorio contra la Amenaza Terrorista y la Radicalización Yihadista) www.ocatry.org

La presencia de grupos filoterroristas palestinos en España se ha incrementado en los últimos años, especialmente en Madrid y en Barcelona, bajo la órbita de Podemos e Izquierda Unida y de grupos como la CUP o ARRAN. Uno de estos colectivos es Samidoun, una red de apoyo a presos palestinos que Israel designó el pasado 28 de febrero como grupo terrorista, según informó el Ministerio de Defensa, por tener constancia de vínculos con el Frente Popular para la Liberación Palestina (FPLP). Este Frente está considerado una organización terrorista por la Unión Europea, Estados Unidos, Canadá e Israel. Los representantes de Samidoun, tanto en España como en otros países de habla no árabe, suelen ocultar su afiliación con el FPLP. Esto se debe no sólo al hecho de que el FPLP es reconocido como organización terrorista en muchos países occidentales, sino que les permite entrar en contacto sin contratiempos con la Administración pública y entidades de la sociedad civil. El objetivo del FPLP y Samidoun es el mismo: la desaparición del Estado de Israel, pidiendo la «liberación» de la zona comprendida entre el mar Mediterráneo y el río Jordán, «desmantelando la empresa sionista», incluso a través de la violencia. En España, la penetración de Samidoun ha tenido lugar a través de actores principales de la izquierda radical, tanto a nivel de partidos como de autodenominadas ONGs. Una ofensiva que busca sacar rédito de gobiernos integrados por Podemos, IU, Compromís y formaciones separatistas catalanas.

Una de las promotoras de Samidoun en este país es Jaldía Abubakra, activista hispano-palestina que ha estado vinculada a Izquierda Unida, siendo candidata al Senado en las elecciones generales de 2015. El pasado verano, este grupo hizo gala de sus conexiones políticas en España en una concentración contra el Gobierno de Israel delante del Ministerio de Exteriores. Allí, estuvieron presentes, los eurodiputados de Podemos Manuel Pineda -impulsor de las brigadas internacionales para Palestina ‘Unadikum’- y Sira Rego, junto al coordinador de Samidoun en Europa, Mohamed Khatib, que intervino para defender abiertamente la «lucha armada» A su vez, Jaldía Abubakra es representante del Movimiento de Mujeres Palestinas (MMP) Alkarama, otra organización creada en Madrid que tiene entre sus objetivos «el contacto con activistas y organizaciones de mujeres palestinas en territorios del 48, Gaza y Cisjordania, Líbano, Siria, Jordania y los campos de refugiados». Además, otra de sus acciones es «contribuir a la liberación del pueblo palestino de la ocupación israelí a través de la acción social, cultural y política».

Fuente: OCATRY (Observatorio contra la Amenaza Terrorista y la Radicalización Yihadista) www.ocatry.org

La propia Jaldía Abubakra fue entrevistada el pasado julio por Dina Bousselham, ex asesora de Pablo Iglesias, en el aparato de propaganda de Podemos conocido como La última hora. La activista afirmó que «en Palestina no hay un conflicto, hay una ocupación colonial» y dijo «esperar más» del Gobierno de coalición del PSOE-Podemos en su «reconocimiento».

Los objetivos de Alkarama son: Contribuir a la liberación del pueblo palestino de la ocupación israelí a través de la acción social, cultural y política, con especial atención a las herramientas BDS. Reclamar un lugar de enunciación para las mujeres palestinas en la diáspora. Fomentar la visibilidad de las mujeres palestinas en los espacios de opinión y solidaridad relacionados con la causa palestina. Promover actividades para difundir la importancia del rol de las mujeres en la causa palestina contra el colonialismo y la ocupación. Constituir un espacio de encuentro propio y no mixto de mujeres palestinas, para fomentar el empoderamiento, el reconocimiento, la interrelación y la sororidad. Impulsar las relaciones y el diálogo con organizaciones feministas y colectivos de solidaridad con palestina en Europa. Fomentar el contacto con activistas y organizaciones de mujeres palestinas en territorios del 48, Gaza y Cisjordania, El Líbano, Siria, Jordania y los campos de refugiados en cualquier país. Facilitar el diálogo y la interrelación de organizaciones de mujeres europeas y palestinas. Defender la emancipación y los derechos de las mujeres palestinas y visibilizar las distintas capas de opresión y los abusos que sufren como consecuencia de la ocupación y el patriarcado, con especial interés en las presas, las mujeres de Gaza y Cisjordania, el régimen de apartheid en territorios del 48 y las distintas situaciones de las refugiadas en el mundo árabe y en Europa. Trabajar contra los estereotipos sobre las mujeres palestinas, la islamofobia y la arabofobia, especialmente de género. Colaborar en la acogida y la inclusión de las mujeres palestinas recién llegadas.

Fuente: OCATRY (Observatorio contra la Amenaza Terrorista y la Radicalización Yihadista) www.ocatry.org

La Asociación Paz, Igualdad y Solidaridad Internacional – Unadikum, o “Unadikum Brigadas Internacionales”, es una “asociación que defiende los derechos del pueblo palestino y contra la ocupación y el apartheid israelí” con sede en Málaga. Entre sus objetivos están “exigir el derecho de retorno a través de la presión política”; “Asistencia a los presos políticos palestinos en cárceles israelíes, el apoyo a sus familias y campañas para su liberación”, y “Apoyo a los desplazados por las colonias sionistas y la lucha contra los asentamientos ilegales”. La organización actualmente sólo está activa en Gaza, de la cual todos los asentamientos. Unadikum se adhiere a una ideología extrema y promueve el revisionismo histórico y distorsiones difamatorias. Una entrada en la página web de Unadikum que explica el nombre de la organización – que hace referencia a un poema del fallecido político árabe-israelí Tawfiq Ziad – afirma que Ziad “murió en un accidente (se sospecha producto del Mossad)”. Ziad, que era un miembro de la Knesset y alcalde de Nazaret, había apoyado al gobierno del primer ministro Yitzhak Rabin y falleció en un accidente de coche en 1994. Una sección de la página web de Unadikum dedicada a la “Historia de Palestina” afirma que “un hecho importante acerca de la entidad sionista, Israel, es que es el principal instrumento del imperialismo en Oriente Medio: una región estratégica de las reservas de petróleo que es la puerta de entrada a Europa, Asia y África…” “En mayo de 1948, cuando los palestinos y los países árabes rechazaron la partición de Palestina, Israel comenzó una guerra contra los palestinos. Las fuerzas israelíes masacraron a la población indefensa de ciertas ciudades palestinas” La página describe la solución de dos estados como una demanda para que ‘los palestinos reconozcan el Estado de Israel (y olvidar la lucha) a cambio de un ‘mini Estado’ en Cisjordania y Gaza’. El presidente de Unadikum Manuel Pineda dijo en 2014 en una entrevista para HispanTV: “Creo que una incursión terrestre como Plomo Fundido no tendrá lugar. Las fuerzas de ocupación israelíes son cobardes, saben que la resistencia está lista para defenderse de tal incursión…El Régimen de Tel Aviv ha llevado a cabo más de 800 secuestros desde que todo esto comenzó, tratando de desmantelar no sólo Hamas, sino a cada grupo de resistencia, destruyendo casas, matando a la gente, matando a los manifestantes… Eso hace a las fuerzas de la resistencia más fuertes”. A pesar de su extremismo y la distorsión deliberada de los hechos, Unadikum acredita el apoyo de una serie de municipios y diputaciones de toda España. En 2014 Pineda indicó que Unadikum “no recibe subsidios” con el fin de mantener su independencia. Sin embargo, la Diputación Provincial de Valencia ha firmado un acuerdo de colaboración con Unadikum en 2016, otorgándole 26.770€. Se llevó a cabo una recepción con motivo del convenio con la participación de Pineda y de Manuel Azaña, presidente de la Diputación de Valencia. El municipio de Rivas-Vaciamadrid llevó a cabo en diciembre con 2014 un evento de gala junto con Unadikum, Sodepaz, y Amnistía Internacional, con el fin de recaudar donaciones para la Unión del Comité de Trabajadores de la Salud (UHWC). UHWC es una Unión de Comités de Salud, afiliada al FPLP activo en Gaza, según lo identificado por la USAID (Agencia Estadounidense para el Desarrollo Internacional), y en documentos palestinos. En agosto de 2016, el municipio de Petrer describió su resolución tras “unirse a la campaña BDS” como respuesta “a las peticiones de la Asociación Internacional Paz, igualdad y Solidaridad ‘Unadikum”. La resolución pide un embargo de armas Israel y la suspensión del Acuerdo de Asociación UE-Israel.

Fayed Badawi con Luis Izquierdo y Luis Moles en un acto en 2018 en el Ateneo Republicano de Binefar. Acto organizado por el (PCPE) y las Juventudes Comunistas en 2018. En el que participó Fayed Badawi, como Representante del FPLP en Europa. Fuente: OCATRY (Observatorio contra la Amenaza Terrorista y la Radicalización Yihadista) www.ocatry.org

Como nota al margen, es imprescindible recordar que el FPLP fue también una de las organizaciones responsable del entrenamiento que terroristas de ETA recibieron en campos de Argelia y el Yemen durante los años 70. Varios activistas de organizaciones que trabajan activamente en el BDS fueron en su día miembros del PFLP. Por ejemplo, Yakub Auda, condenado por un atentado en un supermercado de Jerusalén en el que murieron dos jóvenes y otras nueve personas resultaron heridas, es miembro de la junta directiva de Addameer una ONG que en teoría defiende los derechos de los presos palestinos. Otros miembros de la directiva de Addameer son Mahmoud Jaddah, condenado a tres cadenas perpetuas por un atentado en Jerusalén; o el propio presidente de la organización Abdullatif Ghaith. De hecho, algunas fuentes señalan que de los nueve miembros de la Junta Directiva cinco son a su vez miembros del PFLP. Entre los financiadores de Addameer se encuentran el Gobierno Vasco, que en 2016 firmó un convenio que suponía la entrega de casi un cuarto de millón de euros; y también de la Comunidad Foral de Navarra para un proyecto con la ONG española Sodepaz, que a su vez es una de las organizaciones dentro de la red de BDS en España. Otro ejemplo de este tipo de organizaciones muy implicadas en el BDS y con vínculos con el terror es Al-Haq, que incluso participó en la conferencia de Durban de 2001. Desde el Observatorio OCATRY destacamos que sus fuentes de financiación no son transparentes, aunque sí describe generosas donaciones llegadas desde Europa. Los documentos hechos públicos por Israel también relacionan las campañas de BDS con Hamás, especialmente en el exterior, como en Gran Bretaña, donde según diversos informes de inteligencia -incluso del Ministerio de Interior de Alemania- controla el Palestinian Return Centre, una presunta ONG cuya financiación es completamente opaca y que ha tenido un papel fundamental en el BDS en el Reino Unido. Además, algunos miembros de la junta directiva de esta presunta ONG han sido directamente vinculados con organizaciones destinadas a financiar a Hamás como Interpal. Otros forman parte de las organizaciones que se dedican a poner en marcha las flotillas a Gaza.

Irán es la tercera pata de estas relaciones: la teocracia de los ayatolás ha invertido en diversas organizaciones internacionales, como la americana Codepink, que ha dirigido campañas contra empresas como Airbnb o Re/max. Según la información del Ministerio de Asuntos Estratégicos de Israel, figuras prominentes de esta organización -en teoría destinada a defender los derechos de las mujeres- han llegado a reunirse con el por entonces presidente de Irán Mahmoud Ahmadinejad y con algunos de sus diputados, además de participar en unas conferencias anti-sionistas y anti-imperialistas organizadas en Teherán por otra presunta ONG iraní, New Horizon. También son notorios los vínculos de Irán con Podemos, pero esos los vamos a analizar algo más detenidamente más adelante. Esto son sólo algunos ejemplos de cómo las ONGs y los movimientos que se definen a sí mismos como defensores de los derechos humanos y partidarios de la resistencia pacífica están permeados y en no pocos casos controlados por organizaciones terroristas o con la actividad proterrorista de Irán cuyo fin es la destrucción de Israel. “BDS es una organización, que es utilizada para blanquear el dinero de los grupos terroristas y como paraguas de decenas de organizaciones palestinas y pro-palestinas en Europa y Estados Unidos. Vinculada con organizaciones como Hezbollah, Hamas, FPLP, Hermanos Musulmanes

Hay muchas conexiones entre estos grupos terroristas y el BDS:

Khaled Barkat, del FPLP, casado con Charlotte Keits, gerente y coordinadora internacional de “BDS-Samidoum” Khaled Barkat y Mustafa Awad han sido entrenados por Hezbollah. (Awad, fue hace poco detenido por el Shin-Beit) Awad era miembro de BDS Samidoum, y un miembro destacado de su sucursal belga.

Foto 1: Khaled Barkat; Foto 2: Charlotte Kates; Foto 3: Mustafa Awad; Foto 4: Logo BDS Samidoun; Fuente: OCATRY (Observatorio contra la Amenaza Terrorista y la Radicalización Yihadista) www.ocatry.org

2. Addameer (conciencia en árabe), otra organización islámica, vinculada a BDS, y que emplea como figura destacada a Yakub Auda, el terrorista de los atentados de 1985. Esta organización ha llevado a cabo junto con la BDS diversas campañas anti-israelíes entre el 2013 y el 2017. Junto a Auda, también forma parte de la organización Mahmoud Jidda, que fue condenado y sentenciado a tres cadenas perpetuas, tras un atentado contra soldados israelíes. También fue liberado en 2017. Pero a pesar de su pasado terrorista y las conexiones con el FPLP, esta organización logró recaudar cerca de 500.000€ de la Administración de Derechos Humanos (un organismo financiado por Dinamarca, Suecia y Suiza) En solo 5 años, diversas instituciones públicas españolas han financiado con casi 1,4 millones de euros a Addameer.

Mahmoud Jiddah y Ala Jaradat del FPLP Durante el Encuentro Internacional celebrado por Batasuna en el País Vasco. Fuente: OCATRY (Observatorio contra la Amenaza Terrorista y la Radicalización Yihadista) www.ocatry.org

La ONG forma parte del entramado del Frente Popular para la Liberación de Palestina, una organización considerada terrorista por Israel, la Unión Europea, Estados Unidos y Canadá (AVCD) La Agencia de Desarrollo de Cooperación Vasca, firmó un acuerdo en mayo de 2016, para “ayudar a los prisioneros palestinos” con un aporte económico de 199,988€

En solo 5 años, diversas instituciones públicas españolas han financiado con casi 1,4 millones de euros a Addameer.

La ONG forma parte del entramado del Frente Popular para la Liberación de Palestina, una organización considerada terrorista por Israel, la Unión Europea, Estados Unidos y Canadá. Fuente: OCATRY (Observatorio contra la Amenaza Terrorista y la Radicalización Yihadista) www.ocatry.org

DCI-P (Asociación Internacional para los Derechos del Niño-Palestina) Su presidente Rifat Auda Kassis, es uno de los escritores de “Cyrus Palestine” uno de los documentos más importantes de la BDS en sus campañas mediáticas contra Israel. Esta organización también está relacionada con el FPLP y Hamás

ECCP (Organización general que une a varias organizaciones y gobiernos en actividades pro-palestinas) Utilizada por la BDS para recaudar sus fondos a nivel internacional

PRC (Centro del Retorno Palestino) una de las principales organizaciones del BDS en Gran Bretaña, vinculada a HAMAS, este grupo está definido por el Shin-Beit como el brazo organizador y coordinador de HAMAS en Europa. Otros grupos vinculados a esta organización y que han estado dirigidos por Zaher Birawi, son el PFB (Foro Palestino de Gran Bretaña), BMI (Iniciativa británico-musulmana) Birawi, es miembro de la Oficina Política de HAMAS.

La “Asociación Al-Quds Andalucía de Solidaridad con las personas en los países árabes” es una ONG con fines políticos abiertamente antisraelí con sede en Málaga. La Asociación Al Quds promueve el BDS y otras campañas políticas contra Israel y colabora con ONG palestinas que tienen vínculos con la organización terrorista FPLP.
En 2015, AACID (Agencia Andaluza de Cooperación Internacional) concedió a la Asociación Al Quds un total de 80.000€, todo lo cual fue destinado para su “proyecto 2015 PCHR” (Centro Palestino para los Derechos Humanos) con actividades vinculadas a la BDS
Según el informe anual de 2015, la Asociación Al Quds recibió un adicional de 40,000€ de AACID para apoyar una “Red Andaluza de Solidaridad con Palestina”, así como 26.890€ dedicado a asuntos palestinos desde el municipio de Málaga. Fuente: OCATRY (Observatorio contra la Amenaza Terrorista y la Radicalización Yihadista) www.ocatry.org

FOA (“Amigos de Al-Aqsa”); PSC (Campaña de Solidaridad con Palestina) Estas organizaciones están dirigidas por Ismail Patel, vinculado al principal líder de HAMAS en Gaza.

NPA (Ayuda Popular Noruega) Una organización pro-palestina en Noruega, vinculada a la BDS y a HAMAS. Que ha llevado a cabo campañas de boicot contra empresas israelíes en Noruega y contra empresas noruegas que operan en Israel. Entre 2012 y 2016 participaron en actividades de reclutamiento de jóvenes en las que también participo HAMAS

AL-HAQ (La “justicia” en árabe) esta organización recibe fondos de la UE. Esta organización está vinculada con el BDS y el FPLP Ha llevado a cabo desde 2015, campañas de boicot contra empresas que trabajan en Israel, entre ellas Orange. Shauan Jabarin, es el presidente de esta organización desde el 2006 y es uno de los líderes de la organización terrorista FPLP en Csisjordania.

Foto 1 Jeremy Corbyn, en el centro, habla en el evento con el escritor pro-palestino Karl Sabbagh a su izquierda y Zaher al-Birawi, quien fue fotografiado con el jefe terrorista de Hamas, Ismail Haniyeh, junto a él
. Foto 2. Jeremy Corbyn, a la izquierda, posa con Abdel Bari Atwan, en el centro, quien dijo que “
bailaría con deleite
» en Trafalgar Square si Irán atacara a Israel, y Azzam Tamimi, a la derecha, quien dijo que quería hacerse estallar en un ataque suicida. Foto 3. Los extremistas escuchan el discurso de Corbyn. Azzam Tamimi, a la izquierda, Mohammed Swalha, que representó a Hamas en una visita a Rusia en 2014, segundo a la izquierda; Jenny Tonge, quien fue suspendida de los Lib Dems (Partido Liberal Demócrata del Reino Unido), heredero histórico de los Whigs, fue expulsada del partido por antisemitismo, tercera a la izquierda; Daud Abdullah, quien pidió ataques contra la Royal Navy y boicoteó el Día Conmemorativo del Holocausto, quinto a la izquierda. Foto 4. Jeremy Corbyn, en el extremo derecho, y el parlamentario laborista Andy Slaughter, en el extremo izquierdo, posan con los funcionarios de Hamas Ahmad Attoun, Khaled Abu-Arafah y Muhammad Totah durante un viaje secreto a Ramallah. Se retiraron las identificaciones de Khaled Abu-Arafah y Muhammad Totah porque eran sospechosos de actividad terrorista. Fuente:
OCATRY (Observatorio contra la Amenaza Terrorista y la Radicalización Yihadista) www.ocatry.org

La ofensiva antisemita de la CUP y el silencio de Colau “rompe puentes” con Israel Colau y el BDS

Varios miembros de la comunidad judía recuerdan que no se trata de un hecho aislado contra Israel y el pueblo judío en Cataluña, sino que se suma a una lista de «ataques antisemitas» por parte de la CUP y del partido de la alcaldesa Ada Colau. Una de las mayores polémicas de la alcaldesa se produjo en abril del año pasado. En aquel entonces, el Ayuntamiento de Barcelona subvencionó con 10.000 euros un acto literario al que asistió la terrorista Leila Khaled. Khaled es miembro del Frente Popular para la Liberación de Palestina (PFLP), un grupo incluido en el listado de organizaciones terroristas por parte de la Unión Europea. Este hecho, junto a la aprobación en comisión municipal de una declaración de condena a la ocupación israelí en Palestina ese mes, levantó una ola de indignación entre una parte de la comunidad judía de Barcelona.

También molesta la política de acercamiento de la alcaldesa a organizaciones como el BDS, que varios colectivos defensores del pueblo judío consideran antisemita, que desde OCATRY no dudamos en tachar esta organización de “antisemita” y de “xenófoba”. El caso de mayor gravedad para la organización es la presencia en Barcelona de Leila Khaled, con vinculación al Frente Popular para la Liberación de Palestina (FPLP), organización de la que es miembro, según el Congreso Sefarad. El grupo está incluido en la lista de grupos terroristas de la Unión Europea (UE). Lo que denuncia el Congreso es la permisividad del consistorio para financiar el viaje de Khaled para dar charlas en instalaciones municipales durante las que, se incitó al odio a Israel y sus ciudadanos. También le acusan de blanquear ideologías terroristas presentándola como una simple escritora palestina. Los 58 ayuntamientos de Podemos que evidencian su antisemitismo: «Aprobaron no contratar a judíos«

El ayuntamiento de Petrer, en Alicante, exige el final del «apartheid» sobre la población palestina, se adhiere a la campaña «BDS» contra el Estado Israelí y exige la suspensión de la compraventa de armas a Israel o la suspensión del Acuerdo de Asociación entre la Unión Europea e Israel. Fuente:
OCATRY (Observatorio contra la Amenaza Terrorista y la Radicalización Yihadista) www.ocatry.org

ELAI: Espacios Libres de Apartheid Israelí. Así han denominado los alcaldes de un total de 58 ayuntamientos en España a sus pueblos y ciudades. Las mociones transcritas de los plenos municipales aprobaban que los gobiernos locales no contratarían ninguna empresa, producto, entidad u organización que fuera israelí o tuvieran relación con el pueblo judío. Las mociones antisemitas e ilegales se fueron consolidando con total impunidad en los consistorios liderados por alcaldes de Podemos, IU y PSOE. De este modo, compañías de teatro, conferenciantes, cineastas, actores o empresas israelíes vieron rechazada su contratación por parte de las formaciones izquierdistas locales ante la perplejidad de los afectados. Y no es de ahora. Las decisiones políticas que restringían acuerdos comerciales con israelíes se han venido aplicando desde el año 2015 hasta nuestros días. En los documentos se imponía el reconocimiento de un Estado Palestino a los artistas de la famosa compañía Mayumana si querían ser contratados o contar con algún teatro público para su musical.

Miembros del BDS boicotean a la compañía de teatro Mayumana por ser de Israel I Madrid.
Fuente:
OCATRY (Observatorio contra la Amenaza Terrorista y la Radicalización Yihadista) www.ocatry.org

Dichas coacciones no se dieron solo en pequeñas localidades despobladas. Los ELAI también los conformaban consistorios como Cádiz, Barcelona, Pamplona, Valencia, Gijón, Santiago de Compostela, Rivas-Vaciamadrid o el cabildo de Gran Canaria. Sus primeros ediles de ideología de izquierdas llegaron a vanagloriarse de ser precursores públicos del boicot a Israel. Las intenciones de las políticas locales han llegado a materializarse dando lugar a episodios anómalos y discriminatorios en una democracia liberal como la española. Así, el alcalde de Cádiz, José María González, alias el Kichi, llegó a cancelar un ciclo de cine israelí tras adherirse a la red de municipios ELAI impulsada por la organización extremista BDS, una organización que pide el boicot contra Israel y ha protagonizado capítulos violentos durante su trayectoria. Lo hizo abiertamente, y abiertamente dijo que su ayuntamiento no contrataría a nadie procedente de Israel para ninguna actividad. En Gijón fue todavía peor. Tras proclamar la capital «Libre de Apartheid Israelí«, se repartieron pegatinas y cartelería por todos los comercios para que los empresarios las pegaran en sus escaparates y señalaran que era un establecimiento libre de apartheid israelí.

En Molins de Rei, en Cataluña, también se dio otro caso que vulneraba el principio de igualdad ante la ley de los judíos. Las jugadoras del equipo de waterpolo de la selección femenina de Israel vieron cómo se les denegaba el uso de las instalaciones deportivas de ese ayuntamiento y la piscina. Ada Colau también se sumó desde la capital al rechazo a las deportistas judías desde las instituciones públicas. La alcaldesa catalana ha sido acusada de liderar en numerosas ocasiones campañas de odio hacia Israel. Esta persecución antisemita propia de la Alemania nazi que hemos denunciado en diversos artículos desde el Observatorio OCATRY.

Sello antisemita que «lucha contra el apartheid» haciendo apartheid.
Fuente:
OCATRY (Observatorio contra la Amenaza Terrorista y la Radicalización Yihadista) www.ocatry.org
David O. de Caixal
David O. de Caixal

Historiador Militar, experto en Geoestrategia Internacional y Terrorismo Yihadista. Director del Área de Seguridad y Defensa de INISEG (Instituto Internacional de Estudios en Seguridad Global). Director del Observatorio contra la Amenaza Terrorista y la Radicalización Yihadista (OCATRY). Membership in support of the AUSA (Association of the United States Army) Miembro asesor de la Sección de Derecho Militar y Seguridad del ICAM (Ilustre Colegio de Abogados de Madrid). Membership in support of the Friends of the Israel Defense Forces. Miembro del Consejo Asesor del Likud-Serbia (Israel).  Miembro de Honor de la Academia Europea de las Ciencias, Artes y Humanidades.  Analista del Grupo de Investigación del EU-HYBNET (Red Europea en Amenazas Híbridas)

Tory Burch: how the portuguese government agencies were used to attack American economic interests

. . . and defend Chinese Communist Party’s friends in Lisbon (Business Intell Report)

Tory Burch

– The portuguese government threatened American stylist and fashin designer from Pennsylvania, Tory Burch, with a lawsuit over her cultural appropriation of a local portuguese traditional design (Povoa de Varzim, a northern city in Portugal, near Oporto).

– Apparently, the portuguese government is just motivated by some well-reasoned and well-intentioned motivations: defending portuguese local cultures, local economy and small businesses. This is what the media has been reporting last hours, elevating portuguese authorities as the ultimate warrior for social and national justice. However, this is nothing more than fiction. A real portuguese soap opera.

– The reality is what the portuguese government is actually doing is a political act against the USA and a sign the current portuguese government (from socialista party, supported by far-left and some right-wing pro-China politicians) wants to set to the USA political and economic agents.

– The portuguese government is not protecting Povoa de Varzim, let alone the workers and the middle men from this northern portuguese town. The real motivation of portuguese government is to protect a big company, a company protected by portuguese political elite, called VISTA ALEGRE and VISABEIRA. These companies employ major portuguese political figures – so the politicians wants to give the favor back to this company.

– VISTA ALEGRE owns Bordallo Pinheiro (a company located in Caldas da Rainha, in a region known as Oeste, west of Great Lisbon, connected with a traditional popular portuguese figure), which was bought to VISABEIRA. However, this was essentially an balance sheet operation. The aim was to suppress Bordallo Pinheiro from the balance sheet of VISABEIRA and give more assets to VISTA ALEGRE (to concentrate all the handicraft business in one single company, in this case, in the historically known VISTA ALEGRE, with a factory and hotel in a town called Ilhavo, northern seacoast of Portugal).

– VISABEIRA is still on control of VISTA ALEGRE and therefore of Bordallo Pinheiro. The portuguese politicians Paulo Sacadura Cabral Portas, Jorge Sacadura Coelho, Antonio Lobo Xavier (member of portuguese Council of State, nominated by current portuguese president Marcelo Nuno Duarte Rebelo de Sousa) and Stephanie Moedas (wife of Carlos Moedas, former European Comissioner and current candidate to Lisbon Mayorship) are top members of VISABEIRA/VISTA ALEGRE’s corporate boards.

– Paulo Sacadura Cabral Portas, Jorge Coelho and Antonio Lobo Xavier are main Chinese Communist Party’s assets in Portugal. They are, in practical terms, lobbysts for the Chinese Communist Party’s interests in Portugal, having all the main decision centers in Portugal under their control.

– Nuno Fernandes Thomaz (a businessman very close to Paulo Sacadura Cabral Portas, linked to all Portas’ businesses and VINCIAMO, lobbyst company owned by Paulo Sacadura Cabral Portas and his mother, Helena Sacadura Cabral) and Mario Godinho Matos are also members of VISTA ALEGRE ‘s board of directors.

– Mario Godinho de Matos isa former portuguese diplomat in Havana, Cuba, and Beijing. He belongs to the portuguese “chinese group” and is very close to both Paulo Sacadura Cabral Portas and portuguese President, Marcelo Nuno Duarte Rebelo de Sousa.

– VISTA ALEGRE, which owns BORDALLO PINHEIRO, is therefore (and nowadays) a Chinese Communist Party’s friendly and controlled portuguese company.

– The attack against American fashion stylist Tory Burch is a counter-information and intelligence operation set by this former portuguese politicians and diplomats with severe ties with the Chinese Communist Party, with the support of portuguese government (especially the Foreign Minister: Augusto Santos Silva, close to both Iran and Chinese Communist Party and to Nabil Abuznaid, former terrorist Yasser Arafat’s counselor).

– The goals of portuguese government are doublefold: firstly, to set a clear message to American authorities and decisionmakers that portuguese government will surgically attack American economic interests, stating this way that portuguese politicians are not affraid to step up and confront America, defending portuguese (real) alliance with the Chinese Communist Party; secondly, to flirt again with the Chinese Communist Party’s authorities, reassuring them that the portuguese government is committed to preserve the “special frienship” with China, and, although the portuguese government has been more cautious regarding China, nothing has really changed. Remember that portuguese politicians are affraid of China, because they know chinese espionage centers in Portugal have collected a lot of intimate information (documented with shocking pictures) about main portuguese political agents.

– Tory Burch is an American fashion designer and stylist who is in a Chinese Communist Party’s blacklist, after her participation in a Hong Kong conference about entrepeneurship, where she said some words about freedom and women empowerment that made Chinese Communist Party’s officials really pissed off.

– Tory Burch is also under fire in China because she, according to Chinese Communist Party’s officials, reduced the amount of cotton and other resources bought to China. She has received criticism from chinese authorities, alongside international brands like NIKE, H&M.

– The accusations of cultural apropriation are a typical MO of the Chinese Communist Party’s intelligence services action. Over the last five years, Chinese authorities have accused dozens of American fashion stylists, designers and celebrities over cultural appropriation. Now, the portuguese authorities do exactly the same.

Paulo Sacadura Cabral Portas celebrating another deal with the Chinese Communist Party. Sacadural Cabral Portas is omnipresent in Portugal: he is in politics; he is on prime-time TV channel, saying BS talk about geopolitics Chinese Communist Party’s Style; he is on EVERY major portuguese company’s boards, from Mota-Engil to Vista Alegre. Now, because of his interests in VISABEIRA/VISTA ALEGRE/BEIJING JILIHUA, Paulo Sacadura Cabral Portas set up, with portuguese government, a trap against American prestigious fashion designer Tory Brunch.

– Portuguese Intell services (SIED) are being manipulated by prominent portuguese politicians, who have been perpetuating themselves in power, to defend interests of private portuguese big companies (two or three), including VISABEIRA, companies directly linked to Chinese Communist Party.

– Portuguese government threatened American fashion designer Tory Burch with lawsuits in every international court, in every international forum – the same portuguese government, however, keeps refusing to act accordingly against Chinese Communist Party’s contrafaction of portuguese products, which kills thousands of portuguese jobs and shuts down portuguese factories. This is completely irrational and demonstrate anti-American bias on portuguese government.

– VISTA ALEGRE/VISABEIRA has signed a strategic partnership with chinese company Beijing Jilihua International Trade Co. , which is an important instrument of trade diplomacy and trade war at Chinese Communist Party’s service. They want therefore to affect American companies and increase this portuguese-chinese product’s market share.

Beijing Jilihua International Trade Co., has also a partnership with MERCAPOR, import-export company owned by Rodrigo Moita Deus and Carlos Lopes, two portuguese lobbysts very close to both Paulo Sacadura Cabral Portas and President Marcelo Nuno Duarte Rebelo de Sousa.

– Portuguese businessmen and companies lose millions of dollars per year due to chinese contrafaction of products. The portuguese authorities have done nothing or way too little so far.

– Also, it is not coincidence that this attack against Tory Burch happens during the same week Paulo Sacadura Cabral Portas is off -screen, on vacations, according to him “to organize ideas”.

Rodrigo Moita Deus, Marcelo Nuno Duarte Rebelo de Sousa’s communications director (unofficially). Manager partner of import-export portuguese company, MERCAPOR, with ties to Chinese Communist Party’s money, including Beijing Jilihua, partner of VISABEIRA/VISTA ALEGRE.

– SIED and business Intell department have, despite all the warnings sent, for instance, by the United States agencies, ignored or misled the chinese threat to portuguese economy.

– however, this time SIED (portuguese Intell) and portuguese Ministry of Foreign Affairs (the equivalente of American State Department) were too quick denouncing and attacking American fashion stylist and designer Tory Burch. The difference is easy to explain: this time, the company allegedly hurt is VISTA ALEGRE/VISABEIRA, in which major portuguese politicians and chinese communist party have important stakes.

– Paulo Sacadura Cabral Portas gets a commision for every deal Beijing Jilihua International Trade Co. Successfully gets in Portugal. Paulo Sacadura Cabral Portas is using again, in Tory Burch case, portuguese state to defend his own private interests.

– Paulo Sacadura Cabral Portas is Deputy President of Portuguese Commerce-Industry Chamber (http://www.camaraportuguesa-rj.com.br/paulo-portas-assume-a-vice-presidencia-da-camara-de-comercio/, in portuguese, announced by Chamber of Commerce Rio de Janeiro, Brazil, in which portuguese President Marcelo Nuno Duarte Rebelo de Sousa’s son holds an important position), invited by Pinto de Basto family, an aristocratic portuguese family. Pinto de Basto is linked to VISTA ALEGRE’s history, which is no coincidence.

– Also, one of the Paulo Sacadura Cabral Portas’ main portuguese client (through his company called VINCIAMO) is AEBA – Low Ave Bussiness Association (Associacao Empresarial Baixo Ave). Povoa da Varzim is located in this area of Ave and its mayor is very friend to Paulo Sacadura Cabral Portas and his associates.

– The attack against American citizen, well-known fashion stylist and designer Tory Burch is a reaction of Paulo Sacadura Cabral Portas defending his client AEBA and the company where he works VISABEIRA/VISA ALEGRE.

– The lawyers behind this story is MORAIS LETAO Associates, law firm linked to Paulo Sacadura Cabral Portas’ associates, boys and girls, including former CDS/PP leader, Assoncao Cristas, and Portas family’s boy, a young jornalist named Sebastiao Bugalhos (to whom Paulo Sacadura Cabral Portas offered a TV show in a portuguese TV channel).

Paulo Sacadura Cabral Portas at AEBA, his client to which he wants to show some service attacking American remarkable businesswoman Tory Burch. Portas is a very dangerous CCP’s asset.

– The United States must not, and will not, be intimidated in any way by this attack made by portuguese government, obeying to private companies ‘ orders , all with severe ties with the Chinese Communist Party, to American economic assets.

– American fashion stylist Tory Burch was used by portuguese government as a prize to show to the Chinese Communist Party – that portuguese authorities are not closer to America, that Portugal keeps being the Chinese Communist Party’s best friend.

– US Embassy to Portugal and DOS must show disappointment (to say the least) on how portuguese authorities handled the case of Tory Burch. As a matter of principle and to show that America stands and will stand for its interests, economic and political interests. If this was a symbolic gesture by portuguese government, US must show some symbolism as well.

About the Author of this article: Mike Wallen is a Senior Intelligence Officer/Analyst. Retired, yet always active. World citizen, yet PROUD American down to the core. Mike never apologizes for being an American Patriot. Above all, Mike is a(nother) Brave in the sweet land of Liberty.